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Campanha Setembro Verde ressalta importância da doação de órgão

Santa Casa de São José dos Campos, que é referência em transplante hepático, reforça conscientização

Referência em transplante de fígado no Vale do Paraíba e o primeiro hospital credenciado na região a oferecer o serviço de transplante renal, a Santa Casa de São José dos Campos une esforços à campanha Setembro Verde, para conscientizar a população sobre a importância da doação de órgãos e de conversa sobre o tema com familiares e amigos, uma vez que a negativa da família é um dos principais entraves para a questão.

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) conduziu uma pesquisa que aponta que a recusa familiar é o principal motivo que impede a doação de órgãos no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), 43% das famílias recusaram a doação de órgãos de seus parentes após morte encefálica comprovada em 2021.

Atualmente, o hospital tem 41 pacientes aguardando na fila de espera por um transplante de fígado.  O coordenador do setor de transplantes da Santa Casa de São José dos Campos, Jorge Padilla, ressalta que o tema deve estar em pauta o ano inteiro, para que as pessoas se conscientizem sobre o valor do ato.

“A Campanha Setembro Verde precisa ganhar mais notoriedade, pois os números de doações ainda não são o bastante para suprir as pessoas que estão na fila de espera. Existe ainda um desconhecimento sobre a doação de órgãos, o que dificulta essa questão. Por isso, é importante disseminar cada vez mais informações para que as pessoas entendam o quão valoroso é esse gesto e que pode salvar tantas vidas. Cada doador pode salvar oito vidas ou mais”, salienta o especialista. “Além disso, a campanha alerta, ainda, sobre a prevenção de doenças que tenham como única alternativa de tratamento o transplante”, completa.    

A Doação

A falta de conhecimento sobre a irreversibilidade da morte encefálica é uma das principais causas de recusa de doação de órgãos.  A morte encefálica é a perda completa e irreversível das funções encefálicas (cerebrais), definida pela cessação das funções corticais e de tronco cerebral. A constatação é feita por médicos com capacitação específica, utilizando critérios precisos e padronizados.

Quando ocorre o diagnóstico de morte encefálica, cabe à família decidir sobre a doação dos órgãos. Por se tratar de um momento tão delicado, Dr. Padilla orienta que o assunto seja pauta de discussão entre as pessoas ao longo da vida. “Muitas pessoas argumentam que desconheciam o desejo do familiar de ser um doador. Pode soar estranho dialogar sobre isso quando se está saudável, mas expressar essa vontade, com tranquilidade, é mais fácil a compreensão, do que a explicação acontecer no hospital, em um momento no qual a família está extremamente abalada”.

Já nos casos de órgãos duplo como o rim, uma parte do fígado, pulmão, ou um tecido como a medula óssea, pode ser feita em vida, sendo necessário ser maior de 18 anos, ter condições adequadas de saúde e ser avaliado por um médico para realização de exames. Este tipo de doação só acontece se não representar nenhum problema de saúde para a pessoa que doa.

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