(12) 3876-1777

Somente unidades Clínica Sul e Clínica Floriano

(12) 3876-1999

Horários de atendimento:
Central de Agendamentos

Para consultas: 7h às 20h - de segunda-feira a domingo
(inclusive feriados)

Para exames: 7h às 19h - de segunda-feira a sábado
(não atende feriados)

Tratamento da obesidade vai além da estética e requer acompanhamento médico

Endocrinologista da Santa Casa de São José dos Campos alerta para o crescimento da doença e reforça que medicamentos e cirurgia devem ser indicados com critério e acompanhamento especializado

Celebrado em 4 de março, o Dia Mundial da Obesidade chama a atenção para uma das principais crises de saúde pública da atualidade. Muito além de uma questão estética, a obesidade é uma doença crônica, complexa e progressiva, que compromete diversos sistemas do organismo e pode reduzir significativamente a qualidade e a expectativa de vida.

Atualmente, segundo pesquisa publicada na revista científica The Lancet, mais de 1 bilhão de pessoas vivem com obesidade no mundo. O dado reforça a dimensão do problema, mas o impacto vai além dos números. A doença está diretamente associada ao aumento do risco de diabetes tipo 2, hipertensão arterial, infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca, apneia do sono e doenças hepáticas, como a esteatose. Também há relação comprovada com alguns tipos de câncer, como os de mama, intestino e endométrio.

Além das complicações físicas, a obesidade pode gerar limitações funcionais, dores crônicas nas articulações, redução da mobilidade e queda na produtividade. No campo emocional, muitos pacientes enfrentam estigmatização, ansiedade, depressão e isolamento social.

“O tecido adiposo em excesso não é apenas um depósito de gordura. Ele funciona como um órgão metabolicamente ativo, que produz substâncias inflamatórias e altera o funcionamento hormonal do corpo. Isso explica por que a obesidade aumenta tanto o risco cardiovascular e metabólico”, explica o endocrinologista da Santa Casa de São José dos Campos, Dr José Eduardo Pulga.

Segundo o especialista, é fundamental compreender que a obesidade é resultado de múltiplos fatores, incluindo predisposição genética, ambiente alimentar, sedentarismo, aspectos emocionais e condições socioeconômicas. “Não se trata apenas de força de vontade. É uma doença complexa, que precisa de abordagem médica estruturada e acompanhamento contínuo”, reforça.

 

Tratamentos disponíveis: medicamentos e cirurgia

Nos últimos anos, medicamentos para emagrecimento ganharam destaque por atuarem no controle do apetite e na regulação metabólica. Quando bem indicados, podem auxiliar na perda de peso e na redução de comorbidades.

“No entanto, esses medicamentos não são soluções milagrosas nem devem ser utilizados por conta própria. Eles fazem parte de um plano terapêutico individualizado e precisam de acompanhamento médico para avaliação de riscos, benefícios e possíveis efeitos adversos”, alerta o endocrinologista.

Outra estratégia para casos específicos é a cirurgia bariátrica, indicada principalmente para pacientes com obesidade grave ou quando há doenças associadas que não respondem ao tratamento clínico. O procedimento pode promover perda de peso significativa e melhora de doenças como diabetes e hipertensão.

“A cirurgia bariátrica é uma ferramenta eficaz, mas não é um atalho. Exige preparo pré-operatório, avaliação multidisciplinar e mudanças permanentes no estilo de vida. Sem esse compromisso, os resultados podem não ser sustentáveis”, destaca o médico.

 

Prevenção: o caminho mais eficaz

Embora os avanços terapêuticos sejam importantes, a prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz e sustentável. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, sono adequado e acompanhamento médico são pilares fundamentais.

“O tratamento da obesidade vai muito além da balança. Nosso objetivo é reduzir riscos, melhorar a saúde metabólica e devolver qualidade de vida ao paciente. Quanto mais cedo houver intervenção, melhores são os resultados”, conclui o endocrinologista.

 

Crédito da foto: Divulgação/Freepik

 

Sobre a Santa Casa de São José dos Campos


Com 126 anos de história, a Santa Casa de São José dos Campos é um complexo hospitalar de referência na Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, que alia inovação e tradição no cuidado à saúde. Primeira Santa Casa do Brasil a obter certificado ONA (Organização Nacional de Acreditação), a instituição recentemente conquistou a certificação por distinção pelo IQG (Instituto Qualisa de Gestão) nas áreas de Enfermagem e Serviços de Terapia Intensiva, além da recertificação ONA nível 3.

 

Assessoria de Imprensa da Santa Casa de São José dos Campos

Predicado Comunicação


Viviane Bucci – viviane@predicado.com.br (11) 9 1119-2911 WhatsApp

Vanessa de Oliveira – vanessa@predicado.com.br (11) 9 7529-0140 WhatsApp

Carolina Fagnani – carolina@predicado.com.br (11) 9 9144-5585 WhatsApp

Carolina Santaro – carolina.santaro@predicado.com.br (11) 9 3072-8305 WhatsApp

Regras de Visitação

A quantidade máxima de visitantes por instituição solicitante é de 3 (três) pessoas.
Não é permitido fotografar e/ou as instalações, exceto o registro de fotos nas dependências do auditório, durante a apresentação inicial.
Não é permitido copiar e disponibilizar documentos sem autorização.
Duração da visita: 30 minutos de apresentação geral e 1 hora de visitação as áreas

Observações

  • O envio do formulário preenchido não caracteriza o agendamento da visita, sendo necessário aguardar o e-mail de confirmação da mesma.
  • A instituição se reserva ao direito de limitar o número de visitantes e alterar o roteiro de visitação conforme características do setor, sem aviso prévio