Setembro Verde: Doação de órgãos salva muitas vidas

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Santa Casa de São José dos Campos é referência em transplante hepático.

Referência em transplante de fígado no Vale do Paraíba, a Santa Casa de São José dos Campos une esforços à campanha Setembro Verde, para conscientizar sobre a importância da doação de órgãos. Os fígados doados vêm de outras localidades que possuem estrutura para a captação e, em 12 anos de realização do procedimento hepático, mais de 370 pessoas ganharam nova vida.

O hospital levou a cidade de São José dos Campos a ser a primeira do interior paulista com o maior número de transplantes de fígado realizados em 2020, e a terceira em todo o Estado, de acordo com o Sistema Estadual de Transplantes, da Secretaria de Estado da Saúde. No entanto, a pandemia trouxe, de modo geral, a diminuição do número de doadores em todo o país.

Levantamento da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) mostrou que a doação de órgãos caiu 26% em 2021. Os procedimentos mais afetados foram os transplantes de pulmão (62%), rim (34%), coração (34%) e fígado (28%).

O coordenador do setor de transplantes da Santa Casa de São José dos Campos, Jorge Padilla, pontua que o tema deve estar sempre em pauta, para que as pessoas se conscientizem sobre o valor do ato, que pode salvar muitas vidas. “A Campanha Setembro Verde precisa ganhar mais notoriedade, principalmente no atual cenário, em que o número de transplantes caiu e há tantas pessoas na fila de espera. Um único doador pode salvar cerca de 15 pessoas. A campanha alerta, ainda, sobre a prevenção de doenças que tenham como única alternativa de tratamento o transplante”, pontua.

 

A doação

A doação de órgãos duplo como o rim, uma parte do fígado, pâncreas ou pulmão, ou um tecido como a medula óssea, pode ser feita em vida, sendo necessário ser maior de 18 anos, ter condições adequadas de saúde e ser avaliado por um médico para realização de exames. Este tipo de doação só acontece se não representar nenhum problema de saúde para a pessoa que doa.

Já de outros órgãos, a doação ocorre em casos de morte encefálica, quando há perda completa e irreversível das funções encefálicas (cerebrais), definida pela cessação das funções corticais e de tronco cerebral. A constatação é feita por médicos com capacitação específica, utilizando critérios precisos e padronizados. Para que sejam doados, é preciso ter a autorização dos familiares.

Padilla ressalta a importância de se expressar o desejo de ser doador de órgãos. “Muitas pessoas argumentam não saber se o familiar gostaria de ser um doador. É importante que a pessoa expresse isso em vida. Pode parecer estranho falar sobre a questão quando se está saudável, mas o entendimento sobre o assunto se torna mais fácil nesse momento, do que explicar a questão em uma situação na qual a família está extremamente abalada pela perda do ente querido”, fala.

 

Assessoria de Imprensa:

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