Em entrevista ao Metrópoles, a psicóloga Carmela Silveira, da Santa Casa de São José dos Campos, explica que o cérebro humano não foi projetado para lidar com estímulos múltiplos e imprevisíveis ao longo de todo o dia. “A tecnologia ativa circuitos de alerta, recompensa e antecipação o tempo todo”, afirma.
Segundo ela, essa exposição frequente vai substituindo o estado natural de presença por um funcionamento permanente de vigilância. “Não é fraqueza individual: é uma adaptação neuroemocional a um ambiente hiperestimulante”, diz.
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