Classificada como Nível A pelo QualiDot, programa do Ministério da Saúde, instituição é referência na região do Vale do Paraíba
A Santa Casa de São José dos Campos celebra, neste mês, 17 anos da realização do primeiro transplante hepático da instituição. Desde 2009, o hospital vem consolidando um serviço de alta complexidade que já soma 547 transplantes realizados, sendo 15 somente em 2026.
O primeiro transplante de fígado realizado na Santa Casa marcou o início de uma trajetória construída com investimentos em tecnologia, capacitação profissional e estrutura especializada para atendimento integral aos pacientes. Ao longo dos anos, o programa ampliou sua capacidade técnica e passou a realizar procedimentos cada vez mais complexos, incluindo transplantes intervivos, quando o órgão é doado por um familiar vivo, e transplantes duplos, envolvendo fígado e rim no mesmo ato cirúrgico.
A atuação na realização de transplantes rendeu à instituição a classificação Nível A pelo QualiDot, programa do Ministério da Saúde que avalia periodicamente os centros transplantadores do país. A certificação leva em conta critérios técnicos, assistenciais e resultados clínicos, como desempenho nos processos de doação, volume de procedimentos e taxas de sobrevida, atestando a qualidade e a segurança do serviço prestado.
Para o coordenador do setor de transplantes da Santa Casa de São José dos Campos, Dr. Jorge Padilla, completar 17 anos do primeiro transplante hepático representa um marco importante para a instituição e para toda a região.
“Cada transplante representa uma nova oportunidade de vida para pacientes que enfrentam doenças hepáticas graves. Ao longo desses 17 anos, conseguimos construir um serviço sólido, com equipe multidisciplinar preparada para oferecer assistência especializada em todas as etapas do processo, desde a avaliação até o acompanhamento pós-transplante”, afirma.
O transplante hepático é indicado para pacientes com doenças graves do fígado, como cirrose, hepatites virais, insuficiência hepática e alguns tipos de câncer hepático. Em muitos casos, o procedimento representa a principal alternativa terapêutica para aumentar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Além da atuação das equipes médicas e assistenciais, a Santa Casa destaca a importância da conscientização sobre a doação de órgãos. O transplante só é possível graças à autorização das famílias doadoras, gesto que permite oferecer uma nova chance de vida a pessoas que aguardam na fila por um órgão.
“Também é fundamental reforçar a importância da doação de órgãos. Por trás de cada transplante existe um ato de solidariedade que impacta diretamente a vida de pacientes e familiares que aguardam por essa oportunidade”, conclui Padilla.
Crédito da foto: Magnific/Divulgação.
Sobre a Santa Casa de São José dos Campos
Com 126 anos de história, a Santa Casa de São José dos Campos é um complexo hospitalar de referência na Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, que alia inovação e tradição no cuidado à saúde. Primeira Santa Casa do Brasil a obter certificado ONA (Organização Nacional de Acreditação), a instituição possui certificação por distinção tripla pelo IQG (Instituto Qualisa de Gestão) nas áreas de Enfermagem e Serviços de Terapia Intensiva, além da recertificação ONA nível 3.
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