Cardiologista da Santa Casa de São José dos Campos reforça importância do diagnóstico precoce e do controle da pressão arterial para evitar complicações cardiovasculares
A hipertensão arterial continua sendo um dos principais desafios de saúde pública no Brasil. Segundo dados do Vigitel 2023, do Ministério da Saúde, 27,9% dos brasileiros adultos relataram diagnóstico de pressão alta, índice que aumenta significativamente com o avanço da idade. A condição é considerada um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, AVC, infarto e insuficiência renal.
De acordo com o Dr. Júlio Galvão, coordenador da Cardiologia da Santa Casa de São José dos Campos, o maior desafio ainda é o diagnóstico tardio e a baixa adesão ao tratamento, cenário que reforça a importância da conscientização promovida pelo Dia Mundial da Hipertensão. “Muitas pessoas convivem com a hipertensão sem apresentar sintomas. Por isso, a aferição regular da pressão arterial e o acompanhamento médico são fundamentais para evitar complicações graves”, explica.
Os dados do Ministério da Saúde mostram ainda que a prevalência de hipertensão cresceu no país nas últimas décadas, passando de 22,6% em 2006 para 27,9% em 2023. Entre os fatores associados ao aumento dos casos estão sedentarismo, alimentação rica em sódio, obesidade, estresse e consumo excessivo de álcool.
Segundo o Dr. Júlio, mudanças simples no estilo de vida podem contribuir significativamente para o controle da pressão arterial. “A prática regular de atividade física, alimentação equilibrada, redução do consumo de sal, controle do peso corporal e acompanhamento médico periódico são medidas essenciais tanto para prevenção quanto para o tratamento”, destaca.
A hipertensão costuma ser silenciosa, mas seus impactos podem ser severos quando não controlados. Dados do Ministério da Saúde apontam que, taxa de mortalidade relacionada à hipertensão no Brasil passou de 183,5 óbitos por 100 mil habitantes em 2010 para 211,5 por 100 mil habitantes em 2023, reforçando a necessidade de conscientização da população sobre hábitos saudáveis e cuidados preventivos.
Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, mais de 60% das pessoas acima de 65 anos convivem com hipertensão. O acompanhamento contínuo e o tratamento adequado são fundamentais para reduzir riscos e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Crédito da foto: Magnific/Divulgação
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